Um diário!
Eu uso, você também deveria usar e grandes pensadores também usaram.
Tiago Dutra
11/16/20252 min read


Com bases em experiências minhas, costumo formular algumas ideias, ou as vezes só escrevo mesmo e deixo as ideias saírem, seja desenhando, escrevendo ou até mesmo fazendo algo manual. A ânsia de ter e o tédio de possuir é mais comum nos dias de hoje do que jamais visto antes.
Falando sobre mim, baseados nos últimos dias passo por processo de mudanças, seja no profissional, pessoal e até mesmo espiritual. E bum, logo em seguida a necessidade de criar!
Seja escrever, desenvolver um novo projeto ou praticar algum hobby alivia minha ansiedade e me traz prazer. Uma coisa que tem me ajudado muito há alguns anos é a prática de Journaling, ou melhor Um diário.
Relendo e passando pelo momento que estou, vejo o progresso que fiz, coisas que antes me preocupavam absurdamente, hoje já não faz tão sentido. Aquela felicidade em encontrar aquele emprego que tanto almejava, hoje pra mim é normal. O hábito do Journaling hoje está em hype. Muita gente falando e criando conteúdo sobre. Porém, gostaria de deixar meu ponto de vista.
O Journaling pra mim serve como desabafo, algo que esta entalado, uma ideia que não sai da minha cabeça, coloco pra fora escrevendo em meu diário e desentala, alivia.
Grandes pensadores e pessoas que marcaram o mundo tiveram esse hábito, como Leonardo da Vinci, Marco Polo, Ana Frank, Marco Aurélio, Charles Darwin, Benjamin Franklin, entre outros. Um foco específico em Leonardo da Vinci, em seus cadernos era cheio de desenhos, invenções, anotações filosóficas e científicas. E um hábito interessante que Leonardo da Vinci praticava era o ato de afirmações positivas sobre sua rotina, seus projetos e etc. Fazendo com que assim conseguisse realizar suas maiores invenções e obras.
Artistas e pensadores contemporâneos também praticam o ato de Journaling, exemplos como Lady Gaga, Oprah Winfrey, Emma Watson, Barack Obama, Richard Branson e por aí vai, até mesmo a querida pelas jovens Taylor Swift.
O ponto que gostaria de chegar, é o fato de tantas mudanças, milhares picos de dopamina, o desespero e/ou medo da mudança, ter, possuir e ansiar coisas novas, nos da uma espécie de fuga do nosso verdadeiro eu, seu senso de realidade fica defasado. Esse hábito ajuda a identificar quem realmente sou, minhas paixões, medos, conquistas, conseguir classificar a importância de problemas e conquistas. Um hábito realmente incrível. Fica a dica.